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 D. Bruno Queiroz Duque de Santa Cecília
FIDELÍSSIMO CONFIDENTE IMPERIAL ORIGEM Desde os primórdios do Império, S.S.M.I. sempre contou com micronacionalistas extraordinários para guarnecê-lo de informações e insights, permitindo decisões mais acertadas, justas e consubstanciadas. Por vezes, entretanto, o assessor ora informal destaca-se com especial primazia e saber micronacionais, mostrando-se valioso e imprescindível consultor no processo de tomada de posicionamentos de S.S.M.I. enquanto monarca. Nessas ocasiões, aquilatando o brilho irisante do micronacionalista extraordinário, o Imperador hasteia-o ao posto de FIDELÍSSIMO CONFIDENTE IMPERIAL - o que só acontece excepcionalmente. É "Fidelíssimo" porque se trata do mais fiel e franco dignatário, defendendo o micronacionalismo reunião - não propriamente com ufanismo ou lisonja, mas com críticas inteligentes e comentários construtivos, que elucidem sinceramente as conjunturas perante S.S.M.I., oferecendo linhas engenhosas de ação. E é "Confidente" visto que entre o Imperador e seu "Consigliere" particular não pode haver segredos, compartilhando-se incondicionalmente TODO o saber, o conhecimento e a perícia micronacionais disponíveis. Na verdade, o Fidelíssimo Confidente é parte integrante, como unha e carne, da "instituição Sua Majestade", e não por acaso é-lhe garantido portar a Voz do Imperador quando expressamente o sublinhar. É cargo de máxima confiança e dignidade, formando com o Imperador e o Lorde Protector a "TRÍADE SACROSSANTA" da Monarquia Reuniã. Somente os mais gabaritados, fidedignos e extraordinários micronacionalistas foram elevados à posição de Fidelíssimo Confidente Imperial - "consigliere" de S.S.M.I. Indivíduos excepcionais para uma função excepcional. O grau mínimo de nobreza exigido para o posto é o de DUQUE. ATRIBUIÇÕES Ao Fidelíssimo Confidente Imperial compete: "aconselhar, aconselhar, guiar e escutar Sua Sacra Majestade Imperial, no exercício de suas funções ordinárias e extraordinárias, sujeito à autoridade Imperial e com Salvo-Conduto para acompanhar S.S.M.I. em absolutamente todas as suas atividades, estando presente nas mesmas cerimônias e fóruns (....) AUTORIZADO EXPRESSAMENTE, se e somente se assinar com o título de seu cargo, a opinar em nome de S.S.M.I. como seu porta-voz" (Ordenação Gloriosa Interventiva / Extraordinária, de 19 de janeiro de 2006). O Fidelíssimo tem acesso a todas as áreas oficiais de Reunião, inclusive as mais sigilosas, além de poder vocalizar a Pessoa de Sua Majestade quando expressamente o fizer. De maneira a atuar melhor informado e atualizado, o Fidelíssimo mantém extensa rede de contatos e informantes em praticamente todos os setores do micronacionalismo mundial, além de acompanhar freqüentemente periódicos, portais e artigos online. Sua atribuição toda-especial em Reunião, difícil de precisar, assemelha-se à dos antigos CONSIGLIERE das cidades-estado renascentistas - como os que serviram como assessores diretos dos doges Lorenzo de Médici (Florença) e Ludovico Sforza (Milão), municiando-os de estratégias e planos políticos, diplomáticos e estratégico-militares. Exemplos de consiglieri célebres foram César Bórgia e Nicolau Maquiavel.
O FIDELISSIMO CONFIDENTE Dom Bruno Queiroz, o Duque de Santa Cecília, ingressou no Sacro Império de Reunião em quinze de janeiro de dois mil e sete. É, portanto, reunião nato, notabilizado por sua rápida ascensão nos quadros do Sacro Império, onde galgou progressivamente e intensamente a confiança das mais altas autoridadesimperiais. Foi Capitão-Donatário de Fournaise, terra onde deu seus primeiros passos, assim como também o foi na Capitania Hereditária de Le Port. Foi escolhido – quase emunanimidade – Diretor-Presidente da Assembléia Popular de Qualícatos, bem como Premier Imperial, sendo posteriormente reverenciado por ter liderado o Império em um momento de crise singular. Também foi Premier por outras três vezes, exercendoo cargo de forma pro tempore. Ocupou por diversas ocasiões ministérios variados, como as Relações Institucionais, a Educação e a Casa Civil. Atuou e atua de forma subsidiária com outros institutos e organizações do Império, como o Colégio Reunião de Heráldica e oInstituto Histórico Reunião. Entusiasta das tradições reuniãs e do réunian way of life, atualmente é advogado, Vice-Chanceler para Relações Lusófonas e também Lorde Chanceler do Governo Conservatoriano, capitania onde reside. Esporadicamente, também colabora com o desenvolvimento do Distrito Eclesiástico de Izabella, pelo qual sente um carinho especial. É portador de dez comendas e congratulações, algumas em esfera capitanial, imperial e intermicronacional, destacando-se a Ordem do Mérito Reunião, a Medalha da Ordem do Escudo de Tassinari e a Medalha da Ordem do Coração de Jutot. Dentre os títulos em esfera capitanial, destacam-se o de Cavaleiro Grão-Colar da Ordem do Dragão de Conservatória, Chevalier da Ordem Máximade Bourbon, possuidor da Maximae Virtus, dentre outros. Foi escolhido pelo jornal O Sol no ano de dois mil e oito como o micronacionalista do ano. Dom Bruno Queiroz é também colunista, possuindo um apreço pela atividade jornalística. Foi recentemente cotado para ser o novo Lorde Protetor do Império, quando voluntariamente renunciou à escolha devido à falta de tempo para o exercício da atividade.
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